Psicologia

29Jan
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Objetivo – Trabalhar com os alunos a questão do Perdão. Pode-se inclusive refletir sobre a oração do Pai-nosso, de modo especial a frase “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoarmos a quem nos tem ofendido”. Quem ama perdoa. Mas, quantas vezes devemos perdoar? Foi o que o Apóstolo Pedro perguntou certa vez a Jesus. - Mestre, quantas vezes devo perdoar aquele que me ofende? Até sete vezes está bom? - Não até sete vezes, Pedro, mas até setenta vezes sete. Setenta vezes sete, na maneira de falar dos judeus significa, sempre. Jesus nos manda amar o próximo assim como Deus nos ama. Dou-vos um mandamento novo: Que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros (João 13,34) Certo rei resolveu acertar as contas com os seus devedores. O primeiro a ser chamado devia-lhe dez talentos, uma quantia astronômica. O devedor não podia pagar nem os juros da fabulosa dívida. Por isso o rei ordenou que seus bens fossem tomados. Pior ainda: ele, a mulher e os filhos deveriam ser vendidos como escravos. Desesperado, o devedor ajoelhou-se diante do rei e suplicou-lhe, chorando: - Tende compaixão de mim bom rei! Dai-me um prazo que voz pagarei tudo! Comovido o rei perdoou-lhe toda a dívida. O devedor deixou o palácio pulando de alegria. Na primeira esquina, encontrou um velho conhecido que lhe devia uma quantia insignificante de dinheiro. Você pode pensar que ele tenha dito ao devedor: - “Você não precisa me pagar coisa alguma. Perdôo-lhe em homenagem ao misericordioso rei que me perdoou tudo o que lhe devia”. Mas está enganado! Na verdade, ele se aproximou do devedor, agarrou logo pelo pescoço e pôs-se a sufocá-lo, enquanto gritava: - Paga o que me deves velhaco, se não te mato. O pobre homem caiu aos seus pés, rogando-lhe em prantos: - Têm paciência comigo! Dê-me um prazo que lhe pagarei a dívida com juros e tudo! Mas o credor cruel de nada quis saber. Mandou-o logo para a prisão, dando ordens para que ficasse até que lhe pagasse a dívida. Informado do que havia ocorrido o rei mando chamar o credor cruel, e disse-lhe: - “Eu te perdoei uma imensa dívida, porque não perdoastes uma pequena dívida de teu irmão? Pois também irás para a prisão até que me pagues o último centavo (Mateus 18,23-35)”. 1. O que nos ensina a parábola do perdão? 2. Aquele rei da parábola foi muito severo com o devedor que não perdoou seu irmão. O que você tem a nos dizer sobre isso? 3. Quantas vezes Jesus manda perdoar as pessoas que nos ofendem? Explique? 4. Escolha uma destas frases abaixo e escreva-a numa faixa de cartolina e exponha-a em sua classe. Seja criativo! Quem ama perdoa. O Perdão é filho do amor. O amor é a maior fonte de perdão. E outras frases que podem ser criadas pelos alunos; 5. Faça um desenho representando como você já perdoou ou perdoará seu amiguinho. Religião galera :D

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28Jan

Nas escolas,algumas das queixas de dificuldades mas frequentes, que demandam Necessidades Educativas (NEEs) são as de dificuldades de atenção, de aprendizagem da leitura, da escrita, e de matemática.Contudo, na maioria dos casos, essas dificuldades são facilmente solucionadas com a mudança nas estratégias pedagógicas.Como a aprendizagem é um fenômeno complexo e que depende da harmonia de diversos fatores (psicologicos, familiares, socioculturais, pedagogicos e biologicos), somente após uma avaliação cuidadosa de cada uma dessas dimensões ( especialmente a pedagógica) e que se pode diagnosticar um Transtorno da Aprendizagem (TA). Por essa razão, os TA tem definições e critérios diagnósticos precisos e que excluem as dificuldades de aprendizagem que são frutos das situações educacionais. Considerando isso,leia atentamente as informações contidas nas colunas"A e " B e, em seguida assinale a alternativa que reúne as correspondências corretas entre as informações nelas contindas: Coluna A l- A característica essencial desta TA consiste em uma capacidade para realização de operações aritméticas (medida por testes padronizados, individualmente administrados, de cálculo e raciocínio matemático) acentuadamente a seguir da esperada para a idade cronológica, a inteligência medida e a escolaridade do indivíduo. ll-A característica essencial desta TA é uma dificuldade na escrita, em que os problemas podem estar relacionados ao componente grafomotor ( padrão motor da escrita) ( por exemplo: forma das letras, espaços entre as palavras, pressão do traço); com a soletração; e com a produção de textos escritos.lll- A característica essencial desta TA é um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade, mais frequente e severo do que aquele tipicamente observado em indivíduos em nível equivalente de desenvolvimento lV- A característica essencial desta TA é um comprimento específico e significativo do desenvolvimento das habilidades da leitura, não atribuível exclusivamente a idade mental, a transtornos de acuidade visual ou à escolarização inadequada. coluna B 1 Deslexia 2 Discalculia 3 Disgrafia 4 TDAH a l-1,ll-4,lll-2,lV-3 b l-4,ll-3,ll-1,lV-2 c l-3,ll-2,lll-4,lV-1 d l-2,ll-3,lll-4,lV-1 e l-2,ll-1,lll-4,lV-3

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